segunda-feira, 31 de outubro de 2011



Un de los simbolos más representatovos de Jalisco: Guadalajara, incluso de Mexico, es el Agave, planta que da origem al tequila. Los campos algaveros, paisagen natural de gran belleza, son actualmente Patrimonio de la Humanidad. Por esta razón, los Juegos Parapanamericanos de Guadalajara 2011 incorporan en su identidad formas diferentes de este símbolo.









Semáforo sonoro

Pesquisas realizadas em São Paulo registram que 70% dos casos fatais ocorreram em acidentes de trânsito, sobretudo em função de atropelamentos.
Diversas cidades na Espanha apresentam uma sonoridade ecológica e bem humorada: quando o sinal fica vermelho para os carros o semáforo emite um som de passaros cantando, quando fica amarelo, sinal de atenção, o ritmo do som dos pássaros é intensificado.

Acessibilidade no trânsito

http://youtu.be/7AhD22ly_Qc

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Caminhando Núcleo de Educação e Ação Social

O Caminhando é uma Instituição Filantrópica que atende jovens com deficiência com o objetivo de promover sua inclusão social por meio de Projetos de Educação. Ao longo de seus 20 anos de realizações, o Caminhando tem cumprido sua Missão e aperfeiçoado suas ações Sócioeducacionais. Com isso contribui para o desenvolvimento, a capacitação, a profissionalização e a colocação profissional de seus jovens construindo uma verdadeira história de inclusão social. Venha nos visitar! Participe de nossa causa!

Normas Brasileiras de Acessibilidade

1. NBR-9050
Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações, espaço, mobiliário e equipamento urbanos. (Arquivo PDF, 3MB)
2.NBR-13994
(out-97) - Elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência.
3.NBR-14020
(dez-97) - Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência - Trem de longo percurso;
4.NBR-14021
(2ª Edição 2005) - Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência - Trem metropolitano;
5.NBR-14022
(dez-97) - Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência em ônibus e trólebus, para atendimento urbano e intermunicipal.
6.NBR-14273
Acessibilidade da pessoa portadora de deficiência no transporte aéreo comercial
7.NBR-14970-1
Acessibilidade em veículos automotores - Parte 1 - Requisitos de dirigibilidade
8.NBR-14970-2
Acessibilidade em veículos automotores - Parte 2 - Diretrizes para avaliação clínica de condutor com mobilidade reduzida
9.NBR-14970-3
Acessibilidade em veículos automotores - Parte 3 - Diretrizes para avaliação da dirigibilidade do condutor com mobilidade reduzida em veículo automotor apropriado
10.NBR 15250
Acessibilidade em caixa de auto-atendimento bancário
11.NBR 15290
Acessibilidade em Comunicação na Televisão
12.NBR 15320
Acessibilidade à pessoa com deficiência no transporte rodoviário
13.NBR 14022:2006
Acessibilidade em veículos de caracteristicas urbanas para o transporte coletivo
14.NBR 15450:2006
Acessibilidade de passageiros no sistema de transporte aquaviário
15. NBR 15570
Transporte — Especificações técnicas para fabricação de veículos de características urbanas para transporte coletivo de passageiros
16.NBR 15646
Acessibilidade — Plataforma elevatória veicular e rampa de acesso veicular para acessibilidade em veículos com características urbanas para o transporte coletivo de passageiros— Requisitos de desempenho, projeto, instalação e manutenção.


Terceira edição da campanha “Dia de Sonho”

De 29 a 31 de julho, as 31 lojas do Prezunic espalhadas no Rio de Janeiro venderão sonhos de padaria ao custo de R$0.99, com toda a renda destinada ao Centro de Treinamento Superar, único totalmente adaptado da América Latina, que está em construção, em Pedra de Guaratiba, no Rio de Janeiro. A novidade desta edição será a presença dos atletas do Superar como a arremessadora Rosinha e o velocista Claudemir Santos fazendo corpo a corpo com os consumidores nas lojas.
Na primeira edição da campanha foram vendidos 129 mil sonhos. Já na segunda, houve um aumento de 262%, totalizando 338 mil sonhos. O grande crescimento foi devido em parte a venda direcionada para as empresas. A partir de 100 caixas com quatro unidades, a empresa ou consumidor pode ter o nome personalizado nos tíquetes de troca. As vendas por este sistema já começaram e a expectativa de vendas para essa terceira edição é de 400 mil unidades.

Pessoas com Mobilidade Reduzida - Como solicitar o serviço oferecido pela Iberia?

Pessoas com Mobilidade Reduzida são aquelas que possuem qualquer incapacidade física (sensorial ou locomotora), deterioração das faculdades intelectuais, idade ou outra qualquer causa de incapacidade, que utilizem um meio de transporte e cuja situação requeira especial atenção e na adaptação dos serviços postos à disposição dos passageiros e às suas necessidades.
A Iberia, sensível a esta necessidade, concentra os seus esforços na prestação de um serviço profissional, com vista a garantir a acessibilidade ao transporte aéreo, a satisfação das necessidades destes passageiros e o respeito pela sua segurança e dignidade. A todos eles, prestaremos uma assistência especial nas áreas terminais dos aeroportos, a bordo e durante as ligações entre voos.
No momento da reserva, necessitamos que nos indique, expressamente, qual é a sua incapacidade ou, se for o caso, a atenção especial de que precisa para o seu transporte. O nosso pessoal de reservas, assessorado pelo nosso Serviço Médico, proporcionar-lhe-à a informação que necessite, reservando-lhe o lugar mais adequado às suas circunstâncias pessoais e solicitando a disposição dos serviços necessários.
Cada um dos aviões da Iberia dispõe de um número limitado de lugares destinados a estes serviços. Por outro lado, as normas de Aviação Civil limitam o número de passageiros com mobilidade reduzida por voo, de acordo com o tipo de incapacidade e de outras circunstâncias. Para prever o tipo de meios necessários à correcta prestação deste serviço, a reserva terá de ser efectuada 24 horas antes da data de partida prevista. Por estas razões, recomendamos-lhe que reserve o seu lugar com a maior antecedência possível.
É responsabilidade das companhias aéreas, dos aeroportos e dos agentes de serviços relacionados com ambos, atender às necessidades destes passageiros. Assim, os passageiros com mobilidade reduzida têm a responsabilidade de especificar as suas necessidades pelos canais adequados para o efeito.

Atendimento das necessidades das pessoas com mobilidade reduzida

A finalidade deste documento é melhorar a acessibilidade ao transporte aéreo das pessoas com mobilidade reduzida garantindo que as suas necessidades sejam compreendidas e atendidas e que a sua segurança e dignidade sejam respeitadas. Está dirigido às companhias aéreas que proporcionam serviços e facilidades nos aeroportos e aeronaves e serve de base para que se possa elaborar um Código ou (Códigos) de Conduta voluntário. Quando se elaborem os Códigos, serão tidas em conta as disposições apropriadas do Documento 30 (Secção 5) da Conferência Europeia de Aviação Civil (CEAC), e o Anexo 9 da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI). Os referidos documentos proporcionam informação técnica e foram redigidos, após consulta da indústria do transporte aéreo, e dos organismos governamentais encarregados de estabelecer normas e práticas recomendadas.


Definição :
São denominadas pessoas com mobilidade reduzida (PMR's) todas as pessoas cuja mobilidade é reduzida devido a qualquer deficiência física (sensorial ou de locomoção), deterioração das faculdades intelectuais, idade, ou qualquer outra causa de incapacidade, ao utilizar um meio de transporte e cuja situação requeira especial atenção e a adaptação dos serviços que estão à disposição de todos os passageiros às necessidades dessa pessoa.


Postulados Básicos:
As PMR têm os mesmos direitos de liberdade de movimento e liberdade de escolha que qualquer outro cidadão. Isto serve tanto para as viagens de avião como para todas as outras situações da vida.
É da responsabilidade das companhias aéreas, dos aeroportos e dos agentes de serviços relacionados com ambos atender às necessidades das PMR. Deste modo, é da responsabilidade das PMR especificar as suas necessidades pelos canais adequados no momento adequado.
Deve-se proporcionar a informação necessária para que as PMR possam planear e fazer as suas viagens.
Os custos derivados do atendimento às PMR não se devem repercutir directamente nelas.
Incapacidade e doença não deverão ser equiparados, e portanto, não se deve exigir às PMR que efectuem declarações médicas acerca das suas incapacidades como condição prévia para a viagem.
Serão consultadas as organizações que representam as PMR nos assuntos relacionados com o atendimento dos mesmos.
Será proporcionada ao pessoal a formação apropriada para compreender e satisfazer as necessidades das PMR.
Os controlos de segurança e o controlo serão realizados de maneira a que a dignidade das PMR seja respeitada.
Deve-se permitir às PMR o maior grau de independência possível.


Práticas das Companhias Aéreas:
Nenhuma companhia transportadora recusará uma PMR excepto quando este não possa ser transportado sem perigo ou não possa ser acomodado fisicamente ou quando não seja possível prestar os serviços específicos durante o voo. Quando o transporte for negado a uma PMR, as companhias explicarão de forma clara e explícita as causas da rejeição.
Os passageiros PMR que não sejam auto-suficientes, deverão viajar sempre acompanhados. A companhia aérea não presta assistência sanitária, higiénica ou de segurança. Para mais informações deverá consultar o departamento de reservas.
As companhias aéreas tentarão procurar opções técnicas e operativas para melhorar o acesso e as facilidades nos aviões de todos os tamanhos, especialmente quando sejam empreendidos trabalhos de acomodação importantes.
Nos casos em que não seja possível um itinerário directo para uma PMR, (por exemplo, devido ao pequeno tamanho do avião), as companhias aéreas esforçar-se-ão por propor uma alternativa aceitável.
Independentemente do tamanho do aeroporto ou da aeronave, a dignidade das PMR deverá ser respeitada nas formalidades para o embarque e desembarque.
As companhias aéreas proporcionarão a bordo, quando o espaço o permita, instalações adaptadas para facilitar a autonomia das PMR dentro dos limites sanitários, higiénicos e de segurança.
As PMR gozarão de igualdade quanto a opções de atribuição de lugares, com as limitações dos requisitos de segurança. As companhias aéreas explicarão de forma clara e explícita os motivos para a não atribuição de um assento específico quando o pedido não seja atendido por motivos de segurança.
Os cães-guias serão transportados na cabina em conformidade com as normas da companhia aérea e de importação nacionais. Quando forem transportados, não será cobrado nenhum preço. Não se cobrará às PMR o transporte dos objectos básicos que facilitem a sua mobilidade nem outros elementos essenciais auxiliares no caso de incapacidade.
As companhias aéreas devem tomar todas as medidas razoavelmente possíveis para evitar a perda ou dano dos objectos que facilitem a mobilidade ou de outros elementos auxiliares nos casos de incapacidade. Quando essa perda ou dano se produz, as companhias aéreas tomarão as medidas apropriadas para satisfazer as necessidades individuais imediatas de mobilidade.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Niteroi acessível

Alô, Niterói! A partir de amanhã, começa a temporada 2011 do “Niterói Acessível”, projeto promovido pela Secretaria Municipal de Acessibilidade e Cidadania do município, que engloba diversas atividades referentes à cidadania.
Ao longo do ano, serão sete eventos espalhados em diversos bairros, como Sapê, Engenhoca, Itaipu e Ilha da Conceição. Entre as instituições participantes, estão Pestalozzi, Leão XIII, APAE, ANDEF, INSS, Cruz Vermelha e FAETEC. Veja alguns serviços que serão oferecidos:

O Consciência Ampla, é claro, não poderia ficar de fora dessa. Em 2010, o programa participou de todas as edições do Niterói Acessível, levando informações sobre consumo consciente de energia e sustentabilidade a mais de mil participantes. Além disso, 12 clientes foram beneficiados pela Troca de Geladeiras.
Tânia Rodrigues, secretária de acessibilidade, garante: “estamos ampliando este evento numa grande campanha de conscientização e prestação de serviços para que cada vez mais Niterói se torne uma referência em cidade acessível”.
Confira o cronograma abaixo:
27/07/2011 – Região de Sapê, Badu e Matapaca
24/08/2011 – Engenhoca
28/09/2011 – Itaipú
26/10/2011 – Ilha da Conceição
30/11/2011 – Região de Engenho do Mato, Serra Grande e Várzea das Moças
21/12/2011 – Câmara dos Vereadores
Na agenda da semana, que publicamos semanalmente aqui no Blog, você terá mais informações sobre as datas e os locais de cada edição. Acompanhe e participe!

Fonte: http://www.sustentabilidade.org.br/info_det.asp?codigo=2094

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O II Workshop de Saúde no Rugby em Cadeira de Rodas será realizado nos dias 11 e 12 de agosto, no CIAD Mestre Candeia, Rio de Janeiro, Brasil.

Este evento é uma realização da Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas e do Comitê Paraolímpico Brasileiro, em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do RJ, Merck Sharp & Dohm, Merck do Brasil e Allergan e tem como objetivo precípuo criar um espaço de reflexão e debates sobre a importância da atuação da equipe multidisciplinar na melhoria e/ou manutenção da saúde do atleta praticante de esporte, em especial no Rugby em Cadeira de Rodas.


Este Workshop contará com uma programação composta por profissionais de elevada qualificação que estarão proferindo palestras de relevante importância na área. Confira a PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA II WORKSHOP


O público-alvo será constituído por profissionais de todas as áreas, acadêmicos, atletas, pesquisadores, docentes com interesse de estudo no campo do esporte em especial, no Rugby em Cadeira de Rodas.


Para efetuar sua INSCRIÇÃO, faça o download do arquivo FORMULÁRIO FINAL II WORKSHOP DE SAÚDE 2011, preencha-o e envie para o e-mail: marcia@rugbiabrc.org.br, informando a data em que foi efetuado o depósito, sendo indispensável apresentar no dia do evento, o comprovante original do mesmo.


Serão emitidos Certificados aos participantes que obtiverem freqüência superior a 75% no II Workshop de Saúde no Rugby em Cadeira de Rodas.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Autonomie, grand âge, handicap

Le Conseil Général accompagne les personnes dépendantes quels que soient leur âge et leur situation sociale. À titre expérimental, il a choisi de mettre en place la Maison de l’Autonomie. Guichet unique, elle réunit les services aux personnes âgées dépendantes et la Maison Départementale des Personnes Handicapées.

Fonte: http://www.cotedor.fr/cms/lang/fr/pid/1522

INAUGURAÇÃO DA CASA ACESSÍVEL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DO RECIFE

O Instituto Muito Especial, com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, inaugurou, dia 23 de maio às 19h30, o projeto Casa Acessível para Pessoas com Deficiência do Recife. A iniciativa busca promover e divulgar os conceitos de acessibilidade e design inclusivo na construção de habitações, reunindo diversos produtos assistivos que facilitam a vida da pessoa com deficiência, mobilidade reduzida e idosos em pernambuco.

Serviço: Casa Acessível para Pessoas com Deficiência do Recife

Visitação gratuita

Local: Shopping Center Recife - Rua Pe Carapuceiro, 777 , 1ª piso - Boa Viagem - Recife/PE.

Horário de visitação:

Segunda a sábado – 10h às 22h.

Domingo - 12h às 21h.

Fonte: http://crm.galeriamuitoespecial.org.br/visualizar_newsletter.php?idnewsletter=59&iddestinatario=177178

quarta-feira, 8 de junho de 2011

INSTITUTO MUITO ESPECIAL CONVIDA PARA ABERTURA DO II PROJETO DE INCLUSÃO DIGITAL E PRODUTIVA DO RIO

O Instituto Muito Especial, a Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro e o Ministério da Ciência e Tecnologia convidam para a abertura do II Projeto de Inclusão Digital e Produtiva para Pessoas com e sem Deficiência no Município do Rio de Janeiro. Na ocasião estarão presentes o Presidente do Instituto Muito Especial, Marcus Scarpa e representantes da Prefeitura do Rio. Não deixe de participar desse evento.


Abertura do II Projeto de Inclusão Digital para Pessoas com e sem Deficiência no Município do Rio de Janeiro.

Data: 10 de Junho de 2011.

Horário: 10h

Local: PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO- Auditório do CASS – Centro Administrativo São Sebastião do Rio de Janeiro Rua Afonso Cavalcanti, 455 Cidade Nova - RJ.


A presença deverá ser confirmada até o dia 09/06/11 pelo telefone: (21) 3239-1864 ou pelo e-mail rute@muitoespecial.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Botafogo fecha parceria para esportes paraolímpicos





47 atletas irão representar o alvinegro

O Botafogo Futebol e Regatas e o Instituto Superar O Botafogo Futebol e Regatas e o Instituto Superar assinam nesta quarta-feira uma parceria que vai trazer 47 atletas para-olímpicos para o alvinegro. O projeto será apresentado no Engenhão."Este é um dos passos mais importantes para transformar o Rio na capital mundial do paradesporto. O Botafogo tem uma historia vitoriosa assim como os atletas paraolimpicos brasileiros. Estes atletas são de um Brasil que dá certo e têm uma alegria com a cara do Rio", disse o Presidente do Instituto Superar Marcos Malafaia."É uma satisfação imensa para o Botafogo fechar uma parceria com uma instituição tão séria como o Superar. Vamos trabalhar para que outros esportes possam ser atendidos também. É muito prazeroso para o Botafogo receber em sua casa, o Engenhão, grandes atletas paraolímpicos", afirmou Miguel Ângelo da Luz, Diretor de Esportes Olímpicos do Botafogo.Inicialmente natação, atletismo, judô e futebol para paralisados cerebrais são as modalidades que abrem a parceria. A ideia posteriormente é aumentar o leque de esportes atendidos.


domingo, 3 de abril de 2011

La sarbacane à l'honneur


La sarbacane à l'honneur : souffle et précision au menu des championnats régionaux handisports, hier jeudi 24.03.2011, 05:21 - La Voix du Nord.

Les championnats régionaux de sarbacane handisport se sont tenus hier, à Villeneuve-d'Ascq. Plus de quarante concurrents, jeunes et adultes, étaient présents à ce rendez-vous annuel organisé par l'association sportive des
handicapés physiques Marc-Sautelet.
La salle Breughel accueillait l'événement. Éclats de rire et ballet de fauteuils électriques ont animé la journée. Mais dès que s'ouvre une manche de la compétition, le silence le plus absolu s'installe. Seules restent les profondes inspirations et le sifflement des fléchettes. « Ils ont besoin d'être extrêmement concentrés pour viser, car ils doivent prendre en compte le déplacement de leur sarbacane au moment où ils soufflent », précise Patricia François, encadrante à l'ASPH Marc-Sautelet.
Les règles sont strictes. Les participants sont tous licenciés de la Fédération française handisport, qui fixe le cadre du tournoi. La sarbacane doit ainsi être à 2,5 mètres de la cible, qui elle, doit être placée à 1,30 mètre du sol.
L'ASPH Marc-Sautelet présente cette année sept sportifs. « Cela fait dix ans que nous avons développé l'activité sarbacane, précise Blaise Deperchin, président de l'association, nous arrivons chaque année jusqu'aux championnats nationaux, où nous nous sommes classés quatrièmes ».
La matinée a permis d'élaborer le classement des 47 participants, et donc de déterminer les duels pour la phase finale de l'après-midi. Le stress est évidemment de la partie, mais ces sportifs sont bien préparés. Sandrine Lanvin, responsable de l'activité sarbacane à l'ASPH Marc-Sautelet, souligne qu'ils ont un entraînement de deux heures chaque samedi. « Leur handicap implique des problèmes de souffle et de coordination, il leur faut donc beaucoup d'entraînement et accumuler de l'expérience. » Gaëtan, quinze ans et vice-c
hampion 2011 du département du Nord, avoue que ce sport l'aide à canaliser son stress et à développer son souffle. « Je vise encore plus haut, lance-t-il, et puis j'ai déjà battu des champions de France ! » La pression monte encore d'un cran lorsque commence la finale. Les sportifs son
t concentrés, tandis que leurs accompagnateurs stressent en se rongeant les ongles. Entre les tirs, le coaching bat son plein. « Tire plus vers moi ! Tu m'en fais quatre comme ça et t'es le champion !
» C'est à celui qui placera toutes ses flèches dans un cercle de deux centimètres de diamètre. Des salves d'applaudissement accompagnent l'annonce des résultats. Antonio, 25 ans, remporte son quatrième titre d'affilée dans la catégorie des adultes. Chez les jeunes, Ali, 17 ans, conserve son titre obtenu l'année dernière.

Pour: TIMOTHÉE BRISSON

La sarbacane à l'honneur

La sarbacane à l'honneur : souffle et précision au menu des championnats régionaux handisports, hier jeudi 24.03.2011, 05:21 - La Voix du Nord.

Les championnats régionaux de sarbacane handisport se sont tenus hier, à Villeneuve-d'Ascq. Plus de quarante concurrents, jeunes et adultes, étaient présents à ce rendez-vous annuel organisé par l'association sportive des
handicapés physiques Marc-Sautelet.
La salle Breughel accueillait l'événement. Éclats de rire et ballet de fauteuils électriques ont animé la journée. Mais dès que s'ouvre une manche de la compétition, le silence le plus absolu s'installe. Seules restent les profondes inspirations et le sifflement des fléchettes. « Ils ont besoin d'être extrêmement concentrés pour viser, car ils doivent prendre en compte le déplacement de leur sarbacane au moment où ils soufflent », précise Patricia François, encadrante à l'ASPH Marc-Sautelet.
Les règles sont strictes. Les participants sont tous licenciés de la Fédération française handisport, qui fixe le cadre du tournoi. La sarbacane doit ainsi être à 2,5 mètres de la cible, qui elle, doit être placée à 1,30 mètre du sol.
L'ASPH Marc-Sautelet présente cette année sept sportifs. « Cela fait dix ans que nous avons développé l'activité sarbacane, précise Blaise Deperchin, président de l'association, nous arrivons chaque année jusqu'aux championnats nationaux, où nous nous sommes classés quatrièmes ».
La matinée a permis d'élaborer le classement des 47 participants, et donc de déterminer les duels pour la phase finale de l'après-midi. Le stress est évidemment de la partie, mais ces sportifs sont bien préparés. Sandrine Lanvin, responsable de l'activité sarbacane à l'ASPH Marc-Sautelet, souligne qu'ils ont un entraînement de deux heures chaque samedi. « Leur handicap implique des problèmes de souffle et de coordination, il leur faut donc beaucoup d'entraînement et accumuler de l'expérience. » Gaëtan, quinze ans et vice-c
hampion 2011 du département du Nord, avoue que ce sport l'aide à canaliser son stress et à développer son souffle. « Je vise encore plus haut, lance-t-il, et puis j'ai déjà battu des champions de France ! » La pression monte encore d'un cran lorsque commence la finale. Les sportifs son
t concentrés, tandis que leurs accompagnateurs stressent en se rongeant les ongles. Entre les tirs, le coaching bat son plein. « Tire plus vers moi ! Tu m'en fais quatre comme ça et t'es le champion !
» C'est à celui qui placera toutes ses flèches dans un cercle de deux centimètres de diamètre. Des salves d'applaudissement accompagnent l'annonce des résultats. Antonio, 25 ans, remporte son quatrième titre d'affilée dans la catégorie des adultes. Chez les jeunes, Ali, 17 ans, conserve son titre obtenu l'année dernière.

Deporte-aventura para ciegos

La ONCE de Tenerife ha puesto en marcha unos cursillos de parapente individual para ciegos.
Una experiencia pionera de deporte-aventura para los más atrevidos de nuestros afiliados.
Cursillos sobre vela, parapente, escalada, piragüismo ... son impartidos a jóvenes, y menos jóvenes, afiliados a Ia ONCE que gustan disfrutar la naturaleza en su tiempo
de ocio. No es la primera vez que la Dirección Administrativa de nuestra Entidad en Tenerife organiza vuelos en para pente, pero sí 10 es que las personas ciegas aprendan la disciplina deportiva en parapente monoplaza, es decir, sin guía acompariante. EI contacto con ti erra o, mejor dicho, con el monitor se hace a través de unos auriculares y un micrófono, que Ilevan ambos.














(Perfiles. Revista de Ia ONCE, n. I 12. Espana, noviembre 1995. p. 25.)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

PROEFA






Sobre o PROEFA

Desde 1989, nós do PROEFA (Programa de Educação Física Adaptada) desenvolvemos currículos de educação física adaptada para grupos de indivíduos com deficiências das instituições locais de Rio Claro. Nosso objetivo é desenvolver e adaptar atividades, em grupo ou individualizada que incluem habilidades motoras básicas, aptidão física, habilidades da vida diária e competências em relacionamentos sociais. O PROEFA é uma oportunidade de desenvolvimento e reeducação motora através de atividades de desenvolvimento, recreativas, condicionamento físico, jogos, expressão corporal e danças, atividades alternativas (ex. na natureza, pet terapia), e atividades esportivas, segundo o modelo da educação inclusiva com tutoria cooperativa.


Sobre o FAFA

Anualmente, sob a coordenação da Dra. Eliane Mauerberg-deCastro, alunos do curso de Educação Física e do PROEFA (Programa de Educação Física Adaptada) organizam o Festival de Atividade Física Adaptada (FAFA) na UNESP. O primeiro evento ocorreu em 1998. No FAFA, alunos com deficiências de escolas e instituições locais oferecem oportunidades de aprendizado aos alunos universitários, os quais põem em prática as teorias e técnicas em educação física adaptada que eles aprenderam na disciplina de educação física adaptada.


Sobre o E-PROEFA

O Encontro do Programa de Educação Física Adaptada (E-PROEFA) da UNESP é organizado pelos alunos do 2º ano do curso de Educação Física e do PROEFA (Programa de Educação Física Adaptada). O objetivo deste encontro é proporcionar um reencontro de integrantes do PROEFA, profissionais das áreas da saúde e da educação especial, e alunos de graduação e PG da UNESP de modo a incentivar reflexões acerca da educação física adaptada. Ao longo de mais de 20 anos de existência do PROEFA inúmeras pessoa marcaram a identidade do programa e o perfil do profissional de educação física da UNESP que se envolveu com a área de deficiências. É para estas pessoas que o E-Proefa foi criado. O E-PROEFA, integrado com o Festival de Atividade Física Adaptada (FAFA), também é uma oportunidade de capacitação para profissionais.



O que é PRI?


A ANDEF está sempre buscando diversificar e ampliar suas alternativas para garantir a cidadania à pessoa com deficiência física, e é através do Programa de Reabilitação Integrada (PRI), que conseguimos revolucionar o processo de reabilitação superando as expectativas da inclusão e oferecendo uma verdadeira oportunidade de melhorar a qualidade de vida de nossos associados. O PRI oferece três caminhos para a inclusão que devem ser seguidos:O primeiro é a reabilitação física propriamente dita, oferecendo tratamento ao deficiente físico motor, nos mais diversos setores da área da saúde. O segundo é o educacional, através do convênio com a escola técnica Armando Valle Leão, em parceria com a Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC). E o terceiro caminho é através da Inclusão ao paradesporto, já que a ANDEF possui um dos maiores centros de treinamentos paraolímpicos do mundo, e é através da prática esportiva que o deficiente irá ampliar sua qualidade de vida. O objetivo do PRI é oferecer a pessoas com deficiência física a verdadeira oportunidade de inclusão na sociedade, pois através dele o cidadão poderá restabelecer suas condições de saúde através da reabilitação; estudar para se capacitar profissionalmente melhorando suas oportunidades de emprego e segurança financeira e praticar uma atividade física por lazer, com foco na qualidade de vida ou profissionalmente trilhando como atleta paraolímpico. A ANDEF estará sempre trabalhando pela cidadania da pessoa com deficiência física e o PRI é a realização de um sonho para que nosso trabalho continue com qualidade e respeito a todos os cidadãos.


Seleção Brasileira Paraolímpica

Clodoaldo e Camille estão convocados para seleção brasileira de natação paraolímpica

Os atletas da equipe de natação da Andef, Clodoaldo Silva e Camille Rodrigues, foram convocados pelo Departamento Técnico do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), para a 1ª Fase de Avaliação e Treinamento da Seleção Permanente Paraolímpica de Natação 2011.


O primeiro encontro vai acontecer entre os dias 30 de Janeiro a 05 de Fevereiro, na cidade de São Caetano do Sul (SP). No total, 22 atletas de diversos clubes de todo país foram convocados. O ano de 2011 é importante porque no mês de novembro o Brasil disputa os Jogos Parapan-americanos de Guadalajara.


Fonte: http://www.andef.org.br/noticias/noticias258.php


Por Gustavo Carvalho (gustavo@andef.org.br)

Oportunidade de estágio na ANDEF


A Andef está recebendo currículos para estágio no primeiro semestre de 2011, nas áreas de hidroterapia, fisioterapia (pediatria) e ginásio de fisioterapia. Os candidatos devem cursar a faculdade e estar a partir do sexto período. O Programa de Reabilitação Integrada (PRI) permite o monitoramento e acompanhamento dos pacientes não só no setor de Saúde, mas também com a integração em outros setores como esporte e educação, por exemplo. O valor da bolsa será de R$ 300,00, pelo período de segunda à sexta, na parte da tarde. Envie o seu currículo para: andef.rh@terra.com.br ou acolhimento@andef.org.br

Outras informações no telefone: (21) 3262-0050.


Por Gustavo Carvalho (gustavo@andef.org.br)

terça-feira, 29 de março de 2011

Jogos Inclusivos

Evento com participação das escolas públicas municipais para promover a inclusão social dos alunos portadores de deficiência no meio esportivo. Em 2004, a 6ª edição dos Jogos reuniu quase sete mil alunos atletas de 300 escolas municipais, que disputaram provas de lançamento de pelota, arremesso de massa, salto em distância, chute a gol, bola ao cesto, ziguezague simples e com bola e cabo de guerra. Este evento esportivo é organizado pela secretarias municipais de Esportes e Lazer, em parceria com a de Educação, através das Coordenações Regionais de Educação. Para 2006, a SMEL estuda a realização dos Jogos Inclusivos e de outros eventos para-desportivos como o “Festival das Vilas”, realizado, em julho de 2005, na Vila Olímpica Mestre André (Padre Miguel), com o objetivo de elaborar um ranking com os melhores alunos PPD dos projetos socioesportivos da Prefeitura.


Esporte Adaptado


A partir de 2001, a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SMEL) deu atenção especial à inclusão social das pessoas portadoras de deficiência, dentro das políticas públicas de esportes e lazer definidas pela resolução nº 25 (link para políticas públicas). Hoje, cada uma das vilas olímpicas municipais conta com profissionais responsáveis por coordenar estas atividades específicas e acompanhar o desenvolvimento dos alunos portadores de deficiência física. Da mesma forma, há uma equipe especializada na Cidade das Crianças, em Santa Cruz, considerado o maior centro de lazer público da América Latina. Nestes espaços, são oferecidas, não apenas educação física, mas também atividades socioeducacionais adaptadas. O objetivo principal é educar e transformar valores equivocados (como as noções de incapacidade e enfermidade) a respeito das pessoas portadoras de deficiência física. CIAD(Centro Integrado de Atenção à Pessoa Portadora de Deficiência): A SMEL oferece atividades no CIAD, onde a pessoa portadora de deficiência tem acesso a uma ampla rede de serviços, através das Secretarias Municipais de Esportes e Lazer, Saúde, Trabalho, Educação e Assistência Social - através da Funlar. As atividades socioesportivas oferecidas são: • Futsal• Basquete

• Recreação

• Ginástica Rítmica

• Ginástica

• Ginástica Geral

• Xadrez

• Capoeira

• Percussão

• Handebol

• Aulas de Cordas

O CIAD fica na Avenida Presidente Vargas, 1997 - 3º andar (em frente a Central do Brasil) e funciona das 8:00hs às 18:00hs.

segunda-feira, 28 de março de 2011

OMDA-Organização para o Movimento e o Desporto Adaptado

O Rugby em Cadeira de Rodas, foi um esporte criado no Canadá em 1979, é uma junção de basquete em cadeira de rodas e rockey no gelo, primeiramente, foi chamado de Murderball (Bola Assasina), por causa de sua agressividade. No Brasil ainda é um esporte nâo muito difundido, mas nos últimos anos vem crescendo muito rápido.No primeiro Campeonato Brasileiro de Rugby sobre Rodas, realizado no Rio De Janeiro/RJ em 2008, foram escritas apenas 3 equipes, já no segundo, em Paulínea/SP, em 2009, foram escritas 5 equipes, no último Campeonato Brasileiro realizado até entâo, em 2010 em Brasília-DF, foram escritas 9 equipes.


A OMDA Quadrugby foi criada em 14 de Julho de 2008, com o intuito de abranger pessoas com um grau maior de deficiência a praticar esportes.A OMDA foi a terceira equipe a se inscrever na Associação Brasileira de Rúgbi em Cadeira de rodas – ABRC. A OMDA participou do Campeonato Brasileiro de Rugby sobre rodas de 2009, que foi realizado em Paulínea, esse campeonato rendeu frutos, pois um atleta(Rafael Hoffman) foi chamado para fazer parte da Seleção Brasileira que disputaria o Torneio Maximus daquele ano, que foi realizado no Rio De Janeiro e contou com grandes seleções mundiais, como Canadá, EUA e Grã-Bretanha. Em 2010, a OMDA nâo pode participar do Brasileiro por falta de recursos, mas dois de seus jogadores foram convidados para atuar por uma equipe do Rio De Janeiro(IBDD). A consequência foi a convocação desses dois atletas para atuar pela seleção do pais. Rafael Hoffman disputou o torneio Swiss Open, na Suiça, enquanto José Raul Guenther disputou o torneio Maximus daquele ano, realizado no México. Em Novembro de 2010, a OMDA participou do Torneio Regional de BH, em que participaram as equipes: BH rugby(Belo Horizonte-MG),ADGE-a(Brasília-DF) ADGE-b(Brasília-DF). Com apenas 4 atletas e apenas 2 cadeiras de rugby, a OMDA se sagrou campeã do torneio, de modo invicto.

A OMDA está a procura de novos parceiros, mas você, pode ajudar a OMDA através de sua conta de luz, descontando a partir de um real por mês da mesma, basta apenas enviar os dados por email, Nome do Titular da Conta, Medidor, Localidade, Unidade de consumo, Endereço e o valor que deseja doar por mês. Para maiores informações, acesse http://www.omda.org.br/


Fonte: http://serlesado.com.br/?category_name=esporte-adaptado

Associação desportiva para deficientes

A forma de estrutura e funcionamento do Departamento de Esportes segue a missão da ADD que é: “Promover o desenvolvimento da pessoa com deficiência através do esporte, educação e cursos de capacitação, facilitando assim sua integração e inclusão na sociedade”. Baseado na nossa missão institucional, a filosofia implantada para o desenvolvimento das atividades do departamento de Esportes está baseada nos seguintes entendimentos: Programas Esportivos: São as atividades desenvolvidas com a finalidade do praticante adquirir condições de alcançar o seu rendimento máximo esportivo; Programas de Educação Física: São as atividades físicas desenvolvidas com a finalidade de despertar o gosto pela prática esportiva, desenvolvendo as habilidades relacionadas a cada modalidade, num ambiente lúdico que propicie a aquisição de atitudes e valores educacionais. Programas de lazer: São atividades efetivas ou pontuais visando oferecer a oportunidade ao praticante adquirir os benefícios da atividade física no aspecto de saúde, inserção na sociedade e motivação para uma vida socialmente ativa. As atividades desenvolvidas são chamadas de Projetos, sendo eles: •Basquetebol •Programa Crianças •Lazer e Recreação •Atletismo •Projetos Apoiados •Doações •Treinamento, Ensino e Pesquisa •Inscrição – Faça Parte da ADD Fonte: http://www.add.org.br/addEsporte/apresentacao.php

A história do Esporte Adaptado no Mundo e no Brasil

Resumo: O Esporte Adaptado surgiu no início do século XX, de forma muito tímida. Na primeira década do século, iniciaram-se as atividades competitivas para jovens portadores de deficiências auditivas, especialmente em modalidades coletivas. Por volta de 1920, tiveram início as atividades para jovens portadores de deficiência visual, especialmente a natação e o atletismo. Para pessoas portadoras de deficiências físicas, o início do esporte oficialmente se deu ao final da Segunda Guerra Mundial, entre 1944 e 1952, quando os soldados voltaram para os seus países de origem com vários tipos de mutilações e outras deficiências físicas. As primeiras modalidades tiveram origem na Inglaterra e nos Estados Unidos. Na Inglaterra, por iniciativa do médico Ludwig Guttmann, indivíduos com lesão medular ou amputações de membros inferiores começaram a praticar jogos esportivos em um hospital em Stoke Mandeville. Nos Estados Unidos, por iniciativa da PVA (Paralyzed Veterans of América), surgiram as primeiras equipes de basquetebol em cadeira de rodas e as primeiras competições de atletismo e natação. Desde então, o esporte para portadores de deficiências físicas não parou de crescer e, desde 1960, ocorrem os Jogos Paraolímpicos, sempre alguns dias após e na mesma sede dos Jogos Olímpicos convencionais. Este segmento esportivo é muito praticado e muito divulgado em todo o mundo, principalmente nos Estados Unidos e Europa. As Paraolimpíadas e o Esporte Adaptado são nesses países muito divulgados e acompanhados pela mídia e pelo povo, na mesma proporção que acontece com os esportes convencionais. No Brasil, o esporte adaptado surgiu em 1958 com a fundação de dois clubes esportivos (um no Rio e outro em São Paulo). Nos últimos cinco anos, o Esporte Adaptado brasileiro vem evoluindo, mas por falta de informação e, principalmente, de condições específicas para a sua prática, muitos portadores de deficiência ainda não têm acesso a ele. Mesmo sem o apoio necessário, nas Paraolimpíadas de Sydney, em 2000, o Brasil conquistou um número recorde de 22 medalhas, sendo 6 de ouro, 10 de prata e 6 de bronze, quebrando três recordes mundiais no atletismo. E no futebol para amputados, o Brasil sagrou-se tetracampeão. Atualmente, o Esporte Adaptado no Brasil é administrado por 6 grandes instituições: A ABDC (Associação Brasileira de Desporto para Cegos) que cuida dos deficientes visuais, a ANDE (Associação Nacional de Desporto para Excepcionais) que cuida dos paralisados cerebrais e dos lesautres, a ABRADECAR (Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas) que administra as modalidades em cadeira de rodas, a ABDA (Associação Brasileira de Desportos para Amputados) que cuida dos amputados, a ABDEM (Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Mentais) que administra os esportes para deficientes mentais e a CBDS (Confederação Brasileira de Desportos para Surdos) que cuida dos deficientes auditivos e não está vinculada ao Comitê Paraolímpico Brasileiro. Fontes Consultadas: site do Comitê Paralímpico Brasileiro, ABDC, ABRADECAR e IBGE e o livro Adapted physical education and sports, de Joseph P. Winnick, da editora Human Kinetics Books, de 1995. Fonte: http://www.add.org.br/esporteAdaptado/historia.php

O esporte adaptado

Resumo:

As atividades físicas, esportivas ou de lazer podem possuir valores terapêuticos evidenciado benefícios tanto na esfera física quanto psíquica. Além destes benefícios, o portador de necessidades educativas especiais tem nestas atividades a oportunidade de testar seus limites e potencialidades, prevenir contra enfermidades secundárias à deficiência, além de promover a integração total do indivíduo. A escolha de uma modalidade esportiva pode depender de vários fatores como a preferência esportiva, materiais e locais adequados. As modalidades esportivas praticadas por deficientes físicos como os portadores de poliomielite, lesados medulares, lesados cerebrais e amputados, dentre outros, foram adaptadas ou criadas para sua participação em eventos competitivos. Várias são as modalidades esportivas adaptadas ou criadas para a participação em eventos competitivos dos portadores de necessidades educativas especiais. Este texto tem como objetivo despertar o interesse sobre a participação do portador de deficiência física em atividades esportivas, sendo as mais conhecidas o Arco e flecha, Atletismo, Basquetebol sobre rodas, Ciclismo, Futebol, Halterofilismo, Natação, Tênis de campo, Tênis de mesa e Voleibol, entre outras. Fonte: http://www.efdeportes.com/efd51/esporte.htm Autores: Prof. Ms. Ana Cláudia Raposo Melo Prof. Dr. Ramón F. Alonso López

domingo, 27 de março de 2011

A EDUCAÇÃO FÍSICA PERANTE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: REFLEXÕES

Fonte:

A Educação Inclusiva é uma orientação dominante na maioria dos países que subscreveram a Declaração de Salamanca em 1994. Ao se definir a Educação Inclusiva (EI) como "para todos e para cada um", procura-se desenvolver e construir modelos educativos que rejeitem a exclusão e promovam uma aprendizagem livre de barreiras. A Educação Física (EF), enquanto parte integrante e inalienável do currículo, tem-se mantido à margem deste movimento inclusivo. Se por um lado as aparências indicariam uma menor dificuldade na inclusão de alunos com dificuldades nas aulas curriculares de EF, a realidade nos indica, no entanto, que o professor de EF se encontra menos apetrechado para responder aos desafios da Inclusão. Existe na EF uma "dupla genealogia de Exclusão", que implica uma maior dificuldade em responder à diversidade. É sugerido que sejam melhorados os modelos de formação e apoio para possibilitar uma resposta mais adequada do professor de Educação Física.

Fonte: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/viewFile/3649/2515 Autores: David Rodrigues

HISTÓRIA E TENDÊNCIAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Resumo:

O presente artigo tem por finalidade fazer uma abordagem retrospectiva sobre a história da Educação Inclusiva no advento da República, até os dias atuais, ou seja, abordar os temas da Educação Especial presentes nas políticas governamentais do Brasil ao longo desse período; apresentar o desenvolvimento histórico da Educação Inclusiva durante essas décadas; demonstrar as análises realizadas nas conferências mundiais sobre educação e as reformas encontradas para o sistema educacional; analisar o conceito de diversidade no campo da educação inclusiva frente aos obstáculos encontrados dentro de uma sala de aula; registrar as perspectivas encontradas nesta modalidade de ensino e abordar as necessidades básicas que o indivíduo com deficiência requer ao longo da vida. Discutir a diversidade educacional; enfatizar os principais conceitos interpretações entre Integração e Inclusão no âmbito da Educação Inclusiva; e verificar quais tendências se direciona frente à Educação Especial. O texto ainda tem como objetivo focalizar as necessidades de amparo que o professor ao trabalhar com o aluno com deficiência, enfrenta tanto no que diz respeito ao conteúdo como a própria estrutura física da escola. Busca também compreendê-lo dentro da política vigente e dentro do atual contexto histórico, já que o olhar que se dirige hoje para essa questão tem como objetivo transformar o mundo em um meio sem exclusão social e consequentemente melhor. O trabalho está estruturado em quatro momentos: breve análise das políticas públicas para Educação Especial no Brasil desde o advento da República até os dias de hoje; Leis que ampara à Educação Especial; comentários sobre os debates atuais na área Educacional Inclusiva e o desenrolar histórico da Educação Especial no Brasil.




Autores: Autores: SOARES, Maria Rosana[1] PAULINO, Paulo Cesar[2]

Como você pode contribuir para inclusão da Pessoa Portadora de Deficiência

Haja com naturalidade. Geralmente as pessoas mudam seu comportamento quando encontram uma pessoa com deficiência. Podemos observar pessoas que por medo tratam a pessoa com deficiência com indiferença ou fingem que não estão ali. Um outro extremo é o tratamento exageradamente gentil, superprotetor. A dica básica é tratar a pessoa com deficiência como faria com qualquer outra pessoa, ou seja, amável e com objetividade. Não subestime as possibilidades, nem superestime as dificuldades e vice-versa. As pessoas com deficiência têm o direito, podem e querem tomar suas próprias decisões e assumir a responsabilidade por suas escolhas. Sempre que quiser ajudar, ofereça ajuda. Sempre espere sua oferta ser aceita, antes de ajudar. Sempre pergunte a forma mais adequada para fazê-lo.não se ofenda se seu oferecimento for recusado. Pois nem sempre as pessoas com deficiência precisam de auxílio. Às vezes, uma determinada atividade pode ser mais bem desenvolvida sem assistência. Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer alguma coisa solicitada por uma pessoa deficiente, sinta-se livre para recusar. Neste caso, seria conveniente procurar outra pessoa que possa ajudar. As pessoas com deficiência são pessoas como você. Têm os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos receios, os mesmos sonhos. Você não deve ter receio de fazer ou dizer alguma coisa errada. Aja com naturalidade e tudo vai dar certo. Fonte: http://www.corde.rn.gov.br/portadores.asp

CORDE

É um órgão Vinculado à Secretaria da Justiça e da Cidadania, responsável pela gestão de políticas voltadas para a inclusão da Pessoa Portadora de Deficiência, em Todas as esferas que compõe a sociedadde. Tem como objetivo apoiar e promover o desenvolvimento de programas que levem em conta a participação social e política da Pessoa Portadora de Deficiência, através de suas organizações representativas e de iniciativas comunitárias. Fonte: www.corde.rn.gov.br

Dia 03 de dezembro

A 37ª Sessão Plenária Especial sobre Deficiência da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, realizada em 14 de outubro de 1992, em comemoração ao término da Década, adotou o dia 3 de dezembro como Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, por meio da resolução A/RES/47/3. Com este ato, a Assembléia considera que ainda falta muito para se resolver os problemas dos deficientes, que não pode ser deixado de lado pelas Nações Unidas. A data escolhida coincide com o dia da adoção do Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência pela Assembléia Geral da ONU, em 1982. As entidades mundiais da área esperam que com a criação do Dia Internacional todos os países passem a comemorar a data, gerando conscientização, compromisso e ações que transformem a situação dos deficientes no mundo. O sucesso da iniciativa vai depender diretamente do envolvimento da comunidade de portadores de deficiência que devem estabelecer estratégias para manter o tema em evidência. IDÉIAS PRÁTICAS EM APOIO AO 3 DE DEZEMBRO: DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA


Cedipod

O CEDIPOD - Centro de Documentação e Informação do Portador de Deficiência, é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundado em 1990 por Rui Bianchi do Nascimento a partir da constatação da falta de uma entidade especializada na coleta, organização e divulgação de informações sobre pessoas com deficiência. A proposta de trabalho do Cedipod está voltada para a criação de material informativo para as entidades de pessoas com deficiência e para a sociedade. Nossas áreas principais de trabalho são: Legislação (Direitos Civis), Eliminação de Barreiras Arquitetônicas, Transportes, Comunicação e Participação Social. Procuramos com isso fornecer informações, para as entidades e para a sociedade, colaborando com o processo de conscientização e promovendo a participação plena em igualdade de condições. Possuímos em nosso banco de dados endereços de entidades do Brasil; uma coletânea dos dispositivos legais sobre deficientes, da Constituição Federal; da Constituição do Estado de São Paulo; da Lei Orgânica do Município de São Paulo, a Lei 7.853 (Lei da CORDE), e também Legislação Federal, do Estado de São Paulo e do Município de São Paulo. Editamos o folheto "Quando você encontrar uma Pessoa Deficiente", sobre o tratamento com deficientes de diversos tipos. Editamos em 1992 a tradução do Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência que é um documento aprovado pela Assembléia das Nações Unidas. Participamos, desde 1994, do Comitê Brasileiro de Transportes e Tráfego - CB-16 da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, para a elaboração de normas referentes a adaptação de ônibus urbanos, metrôs, trens metropolitanos, trens de longo percurso, aviões, ônibus rodoviários e carros adaptados. BABILEMA (que em idioma Esperanto quer dizer tagarela, aquele que fala muito) é o nosso informativo, trimestral, de distribuição gratuita; que teve sua continuidade interrompida em 2001. Quem foi Rui Bianchi do Nascimento Deficiente físico, amputado das duas pernas em decorrência da Osteogenesis Imperfecta, graduado em Biblioteconomia e Documentação, e Comunicação Social (Editoração) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Trabalhou como Bibliotecário no Instituto de Ciências Biomédicas da USP e na Prefeitura do Município de São Paulo. Foi um dos fundadores do MDPD (Movimento pelos Direitos das Pessoas Deficientes - 1979) e militou nos movimentos sociais de portadores de deficiência desde então. Em 1988 foi eleito Coordenador Geral da ONEDEF (Organização Nacional de Entidades de Deficientes Físicos) por dois anos. Representou o Brasil na Assembléia Latino Americana da DPI (Disabled Peoples' International) na cidade do México em 1989. Em 1990 organizou a Assembléia Latino Americana que se realizou em São Paulo. Em setembro de 1990, aproveitando a experiência de dez anos de luta pelos direitos civis dos portadores de deficiência, fundou o CEDIPOD junto com mais três pessoas. Rui faleceu em 06/09/2001 Quem faz parte do CEDIPOD, no triênio 2008 a 2011 Diretora Executiva: Suely Harumi Satow, Vice-diretora Executiva: Aparecida Akiko Fukai, Conselho Fiscal: Thereza Christina Ferreira Stummer e Nilza Lourdes da Silva, Secretária-tesoureira: Crismere Gadelha, Assessora Jurídica: Leila Bernaba Jorge Klas, Membros Efetivos: Roberto Ligeiro e Celso Koiti Yoshioka Júnior. Fonte: www.cedipod.org.br/cedipod.htm

Deficiência ou Eficiência?

Deficiência ou Eficiência?! - A minha idéia em adquirir esta pesquisa foi quando estava cursando o 8º semestre (último semestre do curso). Por esta razão que estou erradicando neste referido email que em mais ou menos no início do mês de maio deste ano estava estagiando na clínica escola da Instituição em que estudo (UNIDERP-Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal), estava estagiando no setor de hidroterapia no qual havia sido anteriormente sido aprovada. Porque quando estava cursando no 3º ano, não queria realizar o estágio supervisionado em Hospital geral e Terapia Intensiva, no qual o preceptor de estágio entrava em dúvida e incertezas em relação ao estagiar no hospital devido a minha dificuldade na ausculta pulmonar. E passou um tempo, as coisas começaram a mudar, porque tinha uma amiga que mora em Pernambuco, e a mesma tem graduação em fisioterapia e a mesma fazia mestrado e apresentou seu orientador de mestrado o Dr. Luiz Carlos de Abreu (Doutor e professor de Fisiologia pela Faculdade de medicina do ABC), em uma conversa no MSN e nossas conversas foram sobre temas de fisiologia e fisioterapia. Ele foi meu incentivador, me deu apoio, forças, segurança, me fez acreditar que sou capaz em tudo, me estimulou mais ainda tudo isso à distancia e em dois tempos. Fizemos uma carta especial para o Sr. Reitor Pedro Chaves dos Santos, sendo aprovada em iniciar o referido estágio, como em ser avaliada pelos preceptores de estágios como os ademais estagiários. Este trabalho apresenta uma proposta de contribuição à inclusão de alunos portadores de necessidades especiais (seja ela deficiência auditiva, visual, física, etc..) em instituições de ensino superior, com apoio das novas tecnologias. A proposta é estimular os docentes das instituições de ensino superior a criar discussões e também a criação de condições de acesso, de modo que o aluno especial tenha recursos básicos para sua integração social. A minha idéia em adquirir esta pesquisa foi quando estava cursando o 8º semestre (último semestre do curso), que sou deficiente auditiva por surdez adquirida, no qual realizo minha comunicação com os meus pares através de leitura labial, bem como acompanhava as aulas por esse recurso, além da visão. Ademais, o indivíduo com deficiência auditiva, assim como qualquer pessoa que apresenta alguma deficiência ou dificuldade quer seja motora, visual, auditiva, mental ou comportamental pode contar no mundo moderno para minimizar as suas limitações, impedimentos, ou seja, todas as barreiras impostas pela vida ou por pessoas, favorecendo a maior socialização na sociedade, ou seja, para completar à inclusão social. Quando eu entrei no curso de fisioterapia encontrei várias dificuldades tanto comigo mesma quanto com as pessoas. Na verdade terminei o curso na raça mesmo, pois tive que aprender ali dar comigo e coma as pessoas ao meu redor.As minhas limitações faz com que as pessoas necessitem de mais paciência para conviver comigo, e na faculdade há muitas atividades em dupla ou grupo. E foi onde encontrei mais dificuldade porque infelizmente nos dias de hoje são raras as pessoas que estão dispostas a ajudar uma pessoa portadora de alguma deficiência e limitada a certas coisas.Eu no decorrer aprendi muito, principalmente a usar a sensibilidade, pois era necessário para que eu sobrevivesse dentro do grupo. Mas fora essas situações tive muitas pessoas amigas que me ajudaram dentro da graduação.Minha expectativa hoje com a conclusão do curso é apenas conquistar meu espaço com dignidade, pois lutei muito pra isso. Um dos meus objetivos é reunir e estimular a união da classe dos fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais. E logicamente seguir minha carreira, de certa forma estou pensando em algum projeto que façam com que as pessoas respeitem as limitações das pessoas com necessidades especiais. Sendo assim recorro com a finalidade de resguardar e preservar um direito adquirido ao longo da jornada acadêmica, que é o de ter as mesmas oportunidades que meus pares de graduação, independente da minha condição clínica, haja vista que a mesma não é impeditiva da realização dos meus compromissos acadêmicos. Para que um ser portador de necessidades especiais seja inserido no campo social e profissional, é necessário muito mais do que a própria força de vontade e é necessário algum avanço tecnológico que torne possível a satisfação de suas necessidades. Haja vista que a audição não pressupõe a necessidade para o exercício da profissão, bem como também não o faz, na condição de acadêmica, visto que na qualidade de estudante, fui acompanhada por um preceptor de estágio no referido local por tratar-se de formação específica da graduação em fisioterapia. Contudo, a falta de informações sobre o tema que propus, faz com que a grande maioria da população trate os portadores de necessidades especiais como pessoas inaptas, que apesar de existir medidas preventivas, como a Portaria 1.679 do MEC (Ministério da Educação), de 2 de dezembro de 1999 que assegura aos portadores de deficiências as condições básicas de acesso, de mobilidade e pela utilização dos equipamentos nas instituições de ensino superior, mas, infelizmente tem muitas instituições que não estão preparados ou seja, prontos para atender às necessidades destes referidos acadêmicos. Portanto, o passado desta Instituição a habilita ao grau de excelência do ensino que a mesma apresenta, razão pela qual fiz minha escolha em passar longos anos de minha vida, no auge da minha juventude, dedicada à minha formação acadêmica na mesma. Não poderia e nem quero declinar a todos a ter uma formação completa na área de fisioterapia e terapia ocupacional, pois preciso, e da mesma forma, outros precisarão ter as mesmas oportunidades que meus pares para superar os obstáculos do mercado de trabalho, que está extremamente competitivo, nos dias atuais. A partir desta pesquisa, pude fazer uma reflexão sobre a preparação dessas instituições para receber esses alunos. Uma outra realidade que costumo abordar sobre os recursos materiais que têm, efetivamente, sido implantados para a inclusão social desses alunos, nas universidades, principalmente, com o apoio das novas tecnologias. Portanto, pretendo levar aos educadores da educação superior em levar a proposta de que a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais é possível desde que haja uma condição de apoio ao trabalho docente e um respeito às diferenças individuais. Para tanto, é necessário um projeto político que respeite essas diferenças e ofereça apoio e condições para a interação entre o aluno, o educador e a universidade, a fim de que o plano de trabalho possa ser desenvolvido na sua plenitude, respeitando o princípio de que a educação é um direto de todos os cidadãos. No qual esses avanços lhe ajudam em diferentes setores como o visual, auditivo e locomotivo, proporcionando-lhe uma vida mais regular e confortável. O desenvolvimento da tecnologia, na prática social, tem o poder de mudar radicalmente o ser humano e o seu meio ambiente. Na certeza de contar com seu entendimento pleno sobre essa questão, aguardo manifestação imediata sobre o assunto para não haver prejuízo à minha formação acadêmica nesta reta final do curso de graduação. A surdez, que foi acometida, não é motivo para exclusão social e profissional no ramo de atividade escolhida por mim. O que falta para que esse incentivo gere resultados primeiramente é a união tanto profissional como das pessoas que escolhem essa profissão. Seja profissional ou acadêmico. Não que as pessoas com necessidades queiram cobrar das pessoas sem necessidades, mas quando optamos por uma vida dentro da área da saúde já temos que ter em mente o quanto teremos que respeitar os limites, tanto nosso quanto dos colegas, pacientes e profissionais que estarão nos instruindo, que com tudo o que se observa realmente é que falta união para mim. Escrevo isso porque deparo sempre com preconceitos e a falta de paciência. O COFFITO como órgão principal deve estimular a classe profissional a abraçarem e respeitarem a causa “respeitando os limites” que futuramente será o título de um artigo que irei publicar.E o COFFITO comigo, é apoiar na carreira profissional dando como referência a minha força de vontade, capacidade e que deve fazer uma matéria sobre isso...intitulado: DEFICIÊNCIA ou EFICIÊNCIA. Fonte: www.deficienteonline.com.br

Mitos sobre a pessoa com deficiência

■A sensibilidade é uma característica que algumas pessoas desenvolvem, tendo ou não uma deficiência. As pessoas, independente de terem ou não uma deficiência, podem apresentar diferentes limiares de sensibilidade. Aquelas que apresentam limiares mais baixos podem ser afetadas por ocorrências ínfimas do ambiente, enquanto que as que apresentam limiares mais altos, podem ser afetadas somente por ocorrências mais significativas.

■Muitas vezes, as pessoas superprotegem, ou evitam críticas à pessoa com deficiência, preocupadas com sua “sensibilidade”.

■Ao contrário disso, devemos tratar as pessoas com deficiência, da mesma maneira com que tratamos qualquer pessoa.

■Quando se superprotege, impedimos a pessoa com deficiência a exercitar sua auto-análise e assim, perceber e modificar-se, naquilo em que é inadequada. Fonte: www.deficienteonline.com.br

Acessibilidade

Acessibilidade para Deficientes - Adaptações e Normas de acessibilidade para deficientes. A Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CORDE, é o órgão de Assessoria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, responsável pela gestão de políticas voltadas para integração da pessoa portadora de deficiência, tendo como eixo focal a defesa de direitos e a promoção da cidadania. A Lei nº 7.853/89 e o Decreto nº 3.298/99 balizam a política nacional para integração da pessoa portadora de deficiência. criando assim as principais normas de acessibilidade para deficientes. A CORDE tem a função de implementar essa política e para isso, orienta a sua atuação em dois sentidos: primeiro é o exercício de sua atribuição normativa e reguladora das ações desta área no âmbito federal e, o segundo é desempenho da função articuladora de políticas públicas existentes, tanto na esfera federal como em outras esferas governamentais.


O maior site para pessoa com deficiência

O Maior Site para pessoas com Deficiência do Brasil - O DeficienteOnline é site de Informações e Vagas para Profissionais com Deficiência e atende as maiores empresas do Brasil no que se refere a contratação de pessoas com Deficiencia. Somo formados especialistas em RH com foco em Profissionais com Deficiência. Somos uma empresa que encontrou na visão comum de seus integrantes a necessidade de criar um Site que abrangesse um universo corporativo, específico, que fosse de suma importância para o enriquecimento e aproveitamento do potencial dos Profissionais com Deficiência. Criou-se então o Deficiente on-line. Uma ferramenta inovadora e facilitadora para os profissionais de Recursos Humanos e a principal ponte entre o PPNE e o Mercado de Trabalho. O Site Deficiente Online foi criado para mudar vidas e gerar oportunidades de sucesso.

Fonte: http://www.deficienteonline.com.br/o-maior-site-para-pessoas-com-deficiencia-do-brasil_pcdsc_468.html

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

CALIDAD DE VIDA Y SITUACIÓN DE DISCAPACIDAD

Resumen:
Introducción: El estudio de la calidad de vida en personas en situación de discapacidad ha aumentado de forma importante durante las últimas décadas, siendo abordada desde áreas diversas como salud, rehabilitación, servicios sociales y educación. La tendencia frente al tema es a reconocer la naturaleza holística de la persona, la complejidad de relaciones hombre-contexto, las condiciones de vida en situación de discapacidad y sus perspectivas a futuro. Objetivo: Identificar y reflexionar sobre la calidad de vida, específicamente en el ámbito de la discapacidad, desde modelos teóricos y herramientas para la medición de este constructo. Para lograr el objetivo, se analizarán definiciones elaboradas por diferentes autores sobre calidad de vida y su reflexión en torno a la situación de discapacidad. Seguido a ello, se abordará, de manera sucinta, la medición de calidad de vida con énfasis en el modelo propuesto por Schalock. Finalmente se presentará la propuesta de utilizar el constructo Calidad de Vida como herramienta de medición para evaluar las estrategias y la calidad de resultados de los programas, servicios y tratamientos en el área de salud y rehabilitación, para determinar en qué medida estos logran impactar la situación de discapacidad. El presente artículo es fruto de la reflexión teórica de las autoras en la Maestría en Discapacidad de la Universidad Autónoma de Manizales, Colombia.

Palabras clave: Calidad de vida, evaluación de la discapacidad, rehabilitación.

Autores: Claudia Patricia Henao Lema e Lida Maritza Gil Obando

Fonte: http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0121-75772009000200009&lang=pt

O cuidar do aluno com deficiência física na educação infantil sob a ótica das professoras

RESUMO: Esse estudo é um recorte da pesquisa intitulada "O cuidar da criança com deficiência física na educação infantil: perfil e conhecimento dos professores". O objetivo do trabalho foi identificar como as crianças com deficiência física são cuidadas no contexto da Educação Infantil e qual é a importância do profissional de saúde, segundo a visão dos professores. O estudo realizado adotou uma abordagem qualitativa utilizando o método Estudo de Caso. A coleta de informações realizou-se através de entrevistas semi-estruturadas com oito professoras de crianças com deficiência física, alunos de uma escola de Educação Infantil pública do município de Natal/RN, como também de observações livres. Os dados foram analisados qualitativamente tomando por base duas categorias: o cuidar da criança com deficiência física e a contribuição do profissional de saúde nesse contexto. Concluiu-se nesse estudo que há uma necessidade de se incluir na formação de pedagogos conteúdos específicos que possibilitem aos professores saber lidar com as particularidades que envolvem o cuidar da criança com deficiência física, particularmente, daquelas que apresentam seqüelas neurológicas, como os aspectos relacionados ao manuseio, transferências, auxilio a locomoção, posicionamento corporal adequado, entre outros. Além disso, evidenciou-se também na fala dos professores a importância atribuída aos profissionais da saúde, especificamente do fisioterapeuta, na equipe escolar, quanto às informações e orientações específicas que esses profissionais podem dar acerca da condição da deficiência física apresentada pela criança, ajudando assim, para a promoção e efetivação da inclusão escolar dessas crianças no ensino regular.

Palavras-chave: educação infantil; cuidados com a criança; deficiente físico; profissional da saúde; educação especial.

Autores: Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo e Caline Cristine de Araújo Ferreira

O imaginário coletivo de estudantes de educação física sobre pessoas com deficiência

RESUMO: O presente trabalho objetiva o estudo do imaginário coletivo de estudantes de Educação Física sobre pessoas com deficiência. Articula-se, metodologicamente, em torno do uso do Procedimento de Desenhos-Estórias com tema na abordagem coletiva de uma classe composta de trinta alunos. O material obtido foi psicanaliticamente analisado à luz da Teoria dos Campos. Constatamos que as concepções dos alunos sobre deficiência emergem a partir de dois campos psicológicos não-conscientes: "deficiência como sofrimento humano" e "deficiência como problema técnico". A nosso ver, o primeiro campo corresponde à possibilidade de assumir posturas sensíveis e cuidadosas diante da questão da deficiência, ao passo que o segundo expressa a ação de estratégias defensivas que visam a negar a importância de dimensões afetivo-emocionais ligadas ao sofrimento, tornando a pessoa com deficiência objeto de ações essencialmente técnicas.

Palavras-chave: deficiência; formação em educação física; imaginário coletivo; procedimento desenho-estória com tema.
Autores: Renata Costa de Toledo Russo, Thais Helena Andrade Machado Couto, Tânia Maria e José Aiello Vaisberg

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-71822009000200012&lang=pt

A percepção de qualidade de vida de pessoas portadoras de deficiência física pode ser influenciada pela prática de atividade física?

RESUMO: A prática regular de atividade física promove uma série de benefícios que vão além da esfera física. A qualidade de vida, segundo diversas fontes, diz respeito ao grau de satisfação de um indivíduo com os múltiplos aspectos da sua vida. As pessoas portadoras de deficiência física podem apresentar níveis de sedentarismo elevados, influenciando de forma decisiva na percepção de sua qualidade de vida. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar o efeito de 12 semanas de prática de atividade física na percepção do nível de qualidade de vida de deficientes físicos. Participaram do estudo 20 deficientes físicos, do gênero masculino, divididos em dois grupos, Sedentários e Ativos. Como instrumento de estudo foi utilizado um questionário de dados demográficos e o World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-Bref). Em geral, a média de idade dos voluntários era de 38,1 anos, possuíam o 1º grau incompleto, moradia própria, eram solteiros e predominantemente portadores de poliomielite. O grupo Ativo apresentou escores mais elevados na qualidade de vida em todas as dimensões (física, psicológica, social e ambiental) do instrumento. Os resultados obtidos com o presente estudo comprovaram que o nível de qualidade de vida dos deficientes físicos Ativos foi melhor do que a dos Sedentários.

Palavras-chave: qualidade de vida, atividade física, deficiência física.
Autores: Franco Noce, Mário Antônio de Moura Simim; Marco Túlio de Mello

A PARTICIPAÇÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA PERCEPÇÃO DE SEUS PROESSORES

RESUMO: a identificação do nível de participação escolar do aluno com deficiência é fundamental para o monitoramento do processo educacional inclusivo. Requer o uso de instrumentos de medida que contemplem a funcionalidade perante demandas escolares específicas e que possam, ao mesmo tempo, motivar o professor a uma reflexão sobre o seu julgamento acerca do desempenho desse aluno. A School Function Assessment (SFA) é um instrumento que favorece a identificação de necessidades especiais do aluno com deficiência sob parâmetros de funcionalidade e participação. Nessa perspectiva, este estudo teve como objetivo analisar a influência da aplicação da SFA no julgamento do professor sobre a participação escolar do seu aluno com deficiência. Participaram do estudo oito professores que responderam sobre a participação escolar de seus nove alunos, por meio da SFA e de roteiro de entrevista. Os resultados demonstraram que, para cinco professores, a SFA favoreceu a percepção da participação com foco na demanda de atividades e propiciou reflexões que abrangeram os seguintes destaques: necessidade de avaliação da participação fora da sala de aula, relação entre o grau de deficiência e a participação, entendimento de especificidades do desempenho, importância do recurso adaptado para neutralizar a incapacidade e importância do desvio do foco de atenção da deficiência para a funcionalidade.

PALAVRAS-CHAVE: educação especial; educação inclusiva; terapia ocupacional; participação do aluno.

Autores: Patricia Bettiol Abe e Rita de Cássia Tibério Araújo.

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rbee/v16n2/a09v16n2.pdf

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Conheça o futebol para cegos através do O Som do Gol

Documentário mostra o esporte pela visão dos atletas com deficiência visual
Você conhece o futeobl ara cegos? O Som do GOL, documentário produzido por alunos da PUC-RJ e que participou do Festival Latino-Americano de São Paulo em 2010, trata da modalidade pela perspectiva de seus atores principais: os atletas. Com entrevistas com Filippe Silvestre e Anderson Dias, além do treinador Gabriel Mayr, o documentário transmite uma visão diferente do esporte para pessoas com deficiência visual e de seus praticantes, além de mostrar cenas inéditas da modalidade.

O Som do GOL
Diretor: Leonardo NeumannProdução: Maiara de Paula
Não perca, veja e divulgue.
Acesse o perfil do Som do Gol no Youtube para ver o documentário
ou saiba mais sobre o filme no blog

Enviado por Marcos Lima em sex, 28/01/2011
Fonte: http://www.urece.org.br/novosite/content/conhe-o-futebol-para-cegos-atrav-s-do-o-som-do-gol

Clínica de futebol para mulheres cegas


No dia 25 de setembro, a Urece Esporte e Cultura organizou duas clínicas de futebol para mulheres cegas. Elas aconteceram simultaneamente nas cidades de Itajaí (Santa Catarina) e Vila Velha (Espírito Santo), tendo como público-alvo atletas com deficiência visual e profissionais ou estudantes de educação física interessados em desenvolver a modalidade. Assim, desde agosto, a Urece já realizou três workshops da modalidade, que têm como objetivo dar condições para o surgimento de outras equipes de mulheres cegas que pratiquem o futebol.
Veja como foi a Clínica de futebol para mulheres cegas em Vila Velha, ES e a clínica de futebol para cegos em Itajaí, SC

Iniciativas Anteriores
Nos dias 13 e 14 de agosto, a Urece Esporte e Cultura , com patrocínio da Copagaz Distribuidora de Gás LTDA . realizou o Primeiro Workshop de Futebol para Mulheres cegas do país. O evento aconteceu na sede do SAC, localizado no bairro São Gerardo, em Fortaleza.

Objetivos
A iniciativa visa permitir o fomento do futebol para mulheres cegas no Brasil. Sendo a Urece a única equipe da modalidade em todo o país, o objetivo dos organizadores é criar condições para o surgimento de times de futebol formados por mulheres cegas em regiões brasileiras. Assim, as clínicas são voltadas para atletas com deficiência visual, bem como para alunos e professores de educação física com interesse em desenvolver a prática da modalidade.
"O objetivo das clínicas é justamente que a gente deixe de ser o único time brasileiro a praticar a modalidade, mas para isso precisamos de novas atletas e de novas entidades que abracem a causa", explica Gabriel Mayr, diretor de projetos da Urece e um dos organizadores do evento.

Fonte: http://www.urece.org.br/novosite/content/primeira-cl-nica-de-futebol-para-mulheres-cegas-do-brasil-ser-em-fortaleza

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Carnaval SP: acessibilidade para deficientes visuais

Em 2011, o Carnaval de São Paulo terá mais acessibilidade para deficientes visuais. Em uma iniciativa pioneira da Prefeitura de São Paulo, São Paulo Turismo (SPTuris) e o Complexo Educacional FMU, o projeto Carnaval Paulistano – Só Não Vê Quem Não Quer levará 45 pessoas cegas e com baixa visão para acompanhar de perto os ensaios, a concentração e os desfiles de três tradicionais escolas de samba de São Paulo: Rosas de Ouro, Mocidade Alegre e Camisa Verde e Branco.
O grupo será levado às quadras das escolas algumas horas antes dos ensaios começarem. Eles poderão tocar nos instrumentos e entender como são e como funcionam antes de aproveitar a folia. A atividade será realizada nos dias 23 de janeiro (Mocidade Alegre), 30 de janeiro (Rosas de Ouro) e 2 de fevereiro (Camisa Verde e Branco).Uma semana antes dos desfiles, os deficientes ainda serão levados ao Sambódromo para participar da concentração. No local, estarão expostos maquetes dos carros alegóricos e miniaturas das roupas e fantasias confeccionadas por alunos de Arquitetura e Moda do Complexo Educacional FMU.
E ainda, durante os desfiles, um camarote com recursos próprios para acessibilidade será montado para que os convidados do projeto acompanhem suas escolas. Previamente, um CD de áudio-descrição será entregue a cada participante com explicações de cada detalhe do evento.
“Cada vez mais temos de pensar em incluir. E a própria essência do Carnaval é ser uma festa para todos. Há alguns anos já estamos fazendo modificações no Sambódromo para receber melhor os cadeirantes, temos descontos nos ingressos do evento para pessoas com deficiência e também contamos com o apoio de transporte do Atende, da Prefeitura. Agora vamos além. Queremos melhorar sempre”, diz Caio Luiz de Carvalho, presidente da São Paulo Turismo, empresa municipal de turismo e eventos que também é responsável pela organização do Carnaval e pela administração do Anhembi, onde está o Sambódromo.
Os participantes serão selecionados por meio de um sorteio realizado pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. As inscrições para os interessados estão abertas até dia 14 de janeiro. Para garantir o conforto e a segurança em todas as etapas, todos estarão acompanhados por um responsável com visão normal. O transporte para todas as atividades será oferecido gratuitamente pela São Paulo Turismo.